domingo, 29 de maio de 2016

Estágio de desenvolvimento da criança em relação ao jogo

Piaget caracterizou três grandes classes de jogos:



As idades são médias de idades, elas podem variar um pouco dependendo do lugar, da cultura e das experiências das crianças.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Refletindo sobre a Educação de Surdos


Após a aula presencial de LIBRAS, fica impossível não refletir sobre o assunto, pois nunca havia tido contato com alguém surdo e pude perceber como a língua de sinais é importante para a comunicação.
Fiquei imaginando se algum aluno surdo fosse matriculado na escola onde trabalho... imaginei que a alfabetização em Língua Portuguesa seria imposta, deixando de lado as necessidades desse aluno que seria a alfabetização em LIBRAS, pois como afirma Campello (2014), “os ouvintes posicionam-se como os únicos capazes de dizer o que é melhor para a educação de surdos”.
Erramos muito ao imaginarmos que sabemos o que é melhor para o outro quando não vivemos como ele, devemos dar voz à comunidade surda para que eles possam garantir o pleno desenvolvimento linguístico, cognitivo, psíquico, social e cultural de todos.
Diante dessas reflexões, fica a questão: Quando nossa escola receber um aluno surdo, conseguiremos ajudá-lo no seu desenvolvimento de forma plena?


CAMPELLO, Ana Regina; REZENDE, Patrícia Luiza Ferreira. Em defesa da escola bilíngue para surdos: a história de lutas do movimento surdo brasileiro. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, Edição Especial n. 2/2014                                                                                         

Poesia Infantil no Brasil

A poesia infantil surgiu no Brasil no final do século XIX, era ligada à escola e era um veículo de educação moral.
Somente a partir da década de 1940 ocorreram mudanças na temática da poesia infantil.
Em 1943, Henriqueta Lisboa lança “O menino poeta” abrindo caminho para a poesia infantil livre de compromisso pedagógico.
Em 1962, o livro “A televisão da bicharada” de Sidónio Muralha, rompe com o paradigma moral e cívico, introduzindo um novo paradigma estético, privilegiando o trabalho com a linguagem.

Esse novo paradigma é consolidado por Vinícius de Moraes e por Cecília Meireles.

Poema


Por ser um texto que utiliza certos recursos de linguagem, os poemas podem:
ü  brincar com o aspecto sonoro das palavras;
ü  brincar com o espaço da folha em branco através de desenhos;
ü  utilizar imagens;
ü  tratar de sentimentos e vivências da criança;
ü  usar o absurdo, o humor, o inesperado;
ü  se inspirar em composições folclóricas.

Poema ≠ Poesia


Sempre me perguntei se existia diferença entre poema e poesia e se existisse qual seria essa diferença.
POESIA: texto formalizado em versos, estrofes, com certos recursos da linguagem poética: ritmo, métrica, sonoridade, figuras de estilo.
POESIA: conteúdo poético que podemos encontrar num poema, em narrativas, crônicas e até em obras de arte.

domingo, 15 de maio de 2016

Surdo


Surdo é um sujeito que pela ausência da audição possui uma experiência visual e é usuário da língua de sinais.
O surdo possui sua língua, sua cultura e deve ser compreendido pela diferença, não pela falta.
           O termo surdo-mudo, que era utilizado com frequência antigamente, é uma maneira incorreta de referir-se ao indivíduo que não possui audição, pois muitos surdos não têm problema com o órgão fonador, ou seja, não são mudos.


O que é Libras?


Libras é uma língua, é a Língua Brasileira de Sinais.
Assim como toda língua, a Língua Brasileira de Sinais tem suas regras, tem sua gramática o que a difere da nossa Língua Portuguesa. Ou seja, a maneira como as frases são formuladas na Língua Portuguesa é diferente de como as frases são formuladas na Língua Brasileira de Sinais.
Cada país possui a sua língua de sinais e até mesmo dentro do território brasileiro há variações da Língua Brasileira de Sinais assim como há variações da Língua Portuguesa.