sábado, 23 de janeiro de 2016

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O que é ego, id e superego?

por Katia Abreu | Edição 128
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São as três estruturas do aparelho mental, segundo o psiquiatra austríaco Sigmund Freud. Cada uma delas cuidaria de algum aspecto da nossa personalidade e regeria nossa interação com outras pessoas. Ele apre- sentou essa teoria em 1923, no texto O Ego e o Id. Freud foi um revolucionário:ele acreditava que pacientes com dis- túrbios psicológicos eram capazes de lidar melhor com seus conflitos con- versando com o terapeuta. Ele propôs ainda a interpretação de sonhos e a livre associação como métodos para acessar camadas mais profundas da mente e buscar ali a cura.
FRODO EXPLICA
Personagens de O Senhor dos Anéis são boas representações das estruturas psíquicas
O Ego

Comandada pelo “princípio da realidade”, essa parte é aquela que mostramos aos outros. Fortalecido pela razão, o ego está “preso” entre os desejos do id (tentando encontrar um jeito adequado de realizá-los) e as regras ditadas pelo superego. Do mesmo modo,Frodo se vê tentando conciliar as necessidades de Gollum e Sam em sua jornada.
O Id

A ânsia selvagem de Gollum pelo “precioso” anel é um bom símbolo para essa parte da nossa psique, responsável pelos nossos impulsos mais primitivos: as paixões, a libido, a agressividade... O id (“isso” em alemão) está conosco desde que nascemos e é norteado pelo “princípio do prazer”, mas seus desejos são frequentemente reprimidos.
O Superego

Também chamado de “ideal do ego”, tem a função de conter os impulsos do id. Suas regras sociais e morais não nascem com a gente: nós a aprendemos na sociedade para que possamos conviver nela corretamente. Em O Senhor dos Anéis, esse é o papel de Samwise, a bússola moral de Frodo, que o impede de ser seduzido pelo diabólico Um-Anel.

FONTES O Ego e o ID e Outros Trabalhos, de Sigmund Freud, e sites psychology.about.com e tvtropes.org

Disponível em: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-e-ego-id-e-superego?area=&utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_mundoestranho
Acesso em 23/01/2016

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Workshop de Avaliação


Participar do workshop foi mais um momento de aprendizado do curso, tive a oportunidade de relembrar as aprendizagens através da produção do meu material escrito e também da exposição das colegas.
No início imaginei que seria algo chato e repetitivo, pois todas as colegas basearam-se nos mesmos conteúdos, porém me surpreendi ao perceber que mesmo tendo como base os mesmos conteúdos cada apresentação foi única.

O final do ano letivo


O professor sempre é julgado pelas suas decisões!
Se reprova algum aluno... deveria ter pensado melhor e revisto os avanços dele.
Se aprova... será que esse aluno tem condições de ser aprovado?
Nunca contentamos a todos... e esse foi mais um desses anos.

O ciclo de alfabetização e a não reprovação



Fui questionada pela colega Franciele Rui sobre a importância da não reprovação durante o ciclo de alfabetização, concordo que no 1º e no 2º ano não deva ter reprovação, pois esses anos fazem parte do ciclo de alfabetização. Porém eu ainda questiono: O que fazer se algum aluno chegar ao final do 3º ano (último ano do ciclo de alfabetização) e ainda não estiver alfabetizado? Ele deve reprovar? Ele deve ser aprovado? Se for aprovado, como deverá ser o trabalho desenvolvido durante o 4º ano?

sábado, 26 de dezembro de 2015

Retrato da Escola - Pbworks


Construir o Retrato da Escola está me proporcionando conhecer outras ferramentas e adquirir novos conhecimentos.
Hoje precisei redimensionar uma imagem para poder inseri-la em uma das páginas e aprendi isso através do tutorial disponível em brevetutorialpbworks.pbworks.com.br.
A imagem foi redimensionada através do Paint.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Reflexões


Nós, como educadores, devemos ter um olhar especial para com nossos alunos, devemos vê-los como as crianças que realmente são e respeitar as suas infâncias para assim, auxiliá-los na sua caminhada enquanto estudantes.

Brinquedo não estruturado


A utilização de materiais diversos, de materiais não estruturados possibilita à criança a oportunidade de inventar uma brincadeira diferente a cada dia, pois o mesmo objeto pode servir de diferentes maneiras nas mais diferentes brincadeiras, por exemplo: uma caixa pode ser uma casa, um carro, uma escada, dependendo da função que a criança lhe der.