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domingo, 26 de novembro de 2017

Os 4 pilares da educação

Segundo Delors, citado por Prado et al., (p.9), a prática pedagógica deve preocupar-se em desenvolver quatro aprendizagens fundamentais: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser.
Ou seja, o papel do professor é muito mais do que a simples construção de conhecimentos, pois é necessário que o professor possa formar cidadãos que saibam aplicar esses conhecimentos adquiridos, de maneira adequada, em diferentes situações de sua vida.

PRADO, Alcindo Ferreira; COUTINHO, Jeciliene Barreto; REIS, Osvaldineide Pereira de Oliveira; VILLALBA, Osvaldo Arsenio. Ser professor na contemporaneidade: desafios da profissão.


Ser professor

Historicamente, a profissão de professor é vista como uma missão, uma vocação, assim como um sacerdote.
Na minha opinião, essa afirmação acaba por menosprezar a profissão do professor, que precisa estudar e ir em busca de formação para poder exercer sua profissão como qualquer outro profissional. “Entretanto, se educar é missão, é dom torna-se incoerente e desnecessário exigir que o professor invista em sua formação acadêmica e continuada”. (PRADO et al., p.3).
Só conseguiremos ser valorizados quando a sociedade compreender que ser professor requer muito estudo e uma busca continuada por formação e, que, para que possamos desempenhar de forma eficiente o nosso trabalho precisamos de tempo para realizarmos esse aperfeiçoamento/formação, pois, enquanto o professor precisar ficar 40 horas ministrando aula e buscar formação fora de seu horário de trabalho, isso não será possível.



PRADO, Alcindo Ferreira; COUTINHO, Jeciliene Barreto; REIS, Osvaldineide Pereira de Oliveira; VILLALBA, Osvaldo Arsenio. Ser professor na contemporaneidade: desafios da profissão.

sábado, 9 de setembro de 2017

Brasil: um país de diversidades


Sendo o Brasil um país de dimensões continentais, fica evidente que a sua população possui características e culturas diversificadas e isso fica ainda mais evidente conhecendo um pouco de sua história e as diferentes formas de colonização e exclusão que aqui aconteceram.
A escola não pode fingir que isso não aconteceu e de maneira alguma deve tratar seus alunos como provenientes de um mesmo grupo social ou pertencentes a uma mesma cultura. É preciso romper com essa educação burguesa que privilegia uns e discrimina a maioria.
Segundo Santos (2001), citado por Candau (2002) “As pessoas e os grupos sociais têm o direito a ser iguais quando a diferença os inferioriza, e o direito a ser diferente quando a igualdade os descaracteriza”.

CANDAU, Vera Maria Ferrão. Sociedade, cotidiano escolar e cultura(s): uma aproximação. Educação & Sociedade, ano XXIII, nº 79, Agosto, 2012.