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domingo, 26 de novembro de 2017

Altas habilidades


Sempre imaginei que a pessoa com altas habilidades fosse um gênio, aquele aluno que se destacasse intelectualmente em todas as atividades, porém, segundo o texto, “a pessoa com altas habilidades apresenta interesses variados, tem diferentes aptidões, tem necessidade de convivência, e atinge seu maior aproveitamento em ambientes estimulantes”.
Percebo agora que já fui e sou professora de alunos com altas habilidades e que, infelizmente, eles não foram e não são atendidos de acordo com suas reais necessidades. Nos preocupamos muito em atender e incluir os alunos com deficiências, pois, geralmente, a mesma é visível e de fácil diagnóstico e esquecemos de ter um olhar especial para os demais alunos.
Entendo também que é muito importante que a escola como um todo esteja preparada para dar esse atendimento especializado para os alunos com altas habilidades e que assim como nos casos de deficiências existe um longo caminho para que essa inclusão aconteça.
A partir de agora, o fato de ter um pouco mais conhecimento sobre o assunto me fará ter uma nova postura diante desses alunos.

sábado, 28 de outubro de 2017

Sociedade e pessoas com deficiências



“Viemos de uma cultura que tem a característica do desconhecimento do outro como um forte traço” (Izabel Maior) e esse é um dos problemas enfrentados pelas pessoas com necessidades especiais, pois a grande maioria das pessoas não as conhecem e principalmente acreditam que sejam elas as responsáveis por se adaptarem à nossa sociedade, quando na verdade é a sociedade quem deveria se adaptar para que as pessoas com necessidades especiais pudessem conviver sem nenhuma dificuldade.

sábado, 9 de setembro de 2017

As pessoas com deficiência na história


Na Pré-História, na Antiguidade e na Idade Média, as pessoas com deficiência eram abandonadas à própria sorte ou simplesmente mortas por serem consideradas subumanas.
Somente a partir do século XIV surgem as primeiras leis que tratam do cuidado das pessoas com deficiências. Mais tarde, a partir do século XVI, surgiram estudos que tratavam distúrbios mentais como doença.
Já no Brasil, no final da década de 70, ocorreu um Movimento das pessoas com deficiência em busca de reais condições de cidadania.
Desde então, a luta prossegue, pois ainda hoje, as pessoas com deficiência não estão inclusas na sociedade, pois a sociedade ainda é preconceituosa e discriminatória.
E engana-se quem acredita que essas pessoas queiram privilégios na sociedade, o que elas querem na verdade é a equiparação de oportunidades, elas querem poder exercer sua cidadania como qualquer outra pessoa.