Ao ler o texto “A
maquinaria escolar”, deparei-me com um trecho que afirma que “o pagamento que o
professor recebe [...] não será de ordem material sua retribuição econômica foi
sempre baixa e mais ainda no século XIX mas, ao invés disso, de tipo simbólico:
ele será comparado ao sacerdote (que, como ele, recebeu de Deus a vocação para
uma missão evangelizadora)”.
Esse trecho, apesar de
representar o século XIX é muito pertinente ao século XXI, pois é a realidade
que vivo no município onde trabalho. Somos questionados frequentemente sobre
onde está nossa vocação quando exigimos o reconhecimento financeiro pelo nosso
trabalho e pela nossa formação.
Realmente, a não
valorização do professor é histórica.