Mostrando postagens com marcador psicologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador psicologia. Mostrar todas as postagens

sábado, 26 de março de 2016

Conhecendo os alunos


Depois de estudarmos por um semestre as teorias de Freud e conhecermos melhor a Psicologia, é impossível não iniciar o ano letivo e não querer aplicar as teorias e tentar montar um perfil de cada aluno.
Fico mais tranquila por ter estudado sobre a transferência, pois assim entendo que as atitudes de alguns alunos comigo e com alguns colegas é um reflexo do que esse aluno vive em casa.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Contratransferência



De acordo com o que foi discutido na última aula presencial de Psicologia, enquanto a transferência é o deslocamento de sentimentos e emoções dos alunos para os professores. A contratransferência é o que o professor devolve para o aluno.

Pois, assim como o aluno, o professor tem seu inconsciente presente durante a aula e acaba transferindo para o aluno o que já foi vivido em outras situações. Como o ato de achar algum aluno chato e chamá-lo pelo nome de outra pessoa que também considera chata.

Desejo de saber



Segundo Kupfer (1989), o desejo de saber está relacionado às angústias que a descoberta das diferenças causa nas crianças.  O ato de perguntar diretamente o que angustia é um ato muito difícil, por isso as crianças perguntam muito sobre coisas diversas e, assim, vão “formulando” explicações para suas perguntas angustiantes sem ir direto ao assunto.


KUPFER, Maria Cristina. Freud e a educação. O mestre do impossível. São Paulo: Scipione, 1989.

Transferência



A transferência é o ato de deslocar sentimentos e emoções para outras pessoas em outras situações. “Assim, um professor pode tornar-se a figura a quem serão endereçados os interesses de seu aluno porque é objeto de uma transferência. E o que se transfere são as experiências vividas primitivamente com os pais.” (KUPFER, p. 88, 1989).
KUPFER, Maria Cristina. Freud e a educação. O mestre do impossível. São Paulo: Scipione, 1989.

domingo, 15 de novembro de 2015

Fixação em fases do desenvolvimento psicossexual

Quando as fases psicossexuais não são desenvolvidas de maneira satisfatória elas podem deixar sequelas na personalidade do adulto. Muitas neuroses vivenciadas na fase adulta são resultado da fixação em uma das fases do desenvolvimento psicossexual.
Se um adulto apresentar transtornos alimentares, otimismo, passividade e dependência, pode ter ocorrido uma fixação na fase oral. Se demonstrar teimosia, parcimônia ou ordem, a fixação pode ter ocorrido na fase anal. Já se a fixação acontecer na fase fálica, o indivíduo apresentará dificuldades na formação do superego (regras sociais), na identidade do papel sexual e até mesmo na sexualidade, envolvendo inibição sexual, promiscuidade sexual e homossexualismo.

Fases do desenvolvimento psicossexual segundo Freud

Fase oral (0 a 1 ano aproximadamente) – a região do corpo que proporciona maior prazer à criança é a boca.
Fase anal (2 a 3 anos aproximadamente) – nesta fase o prazer está ligado ao ato de controlar as necessidades fisiológicas.
Fase fálica (3 a 5 anos aproximadamente) – nesta etapa do desenvolvimento a atenção da criança volta-se para região genital.
Fase de latência (6 a 12 anos aproximadamente) – deslocamento da libido da sexualidade para atividades sociais aceitas.

Fase genital (13 a 18 anos aproximadamente) – nesse período há uma retomada dos impulsos sexuais. 

domingo, 1 de novembro de 2015

Freud e a sexualidade

O termo sexualidade vai muito além do simples ato de procriar. Segundo Freud, a sexualidade está presente em todas as fases da vida de um indivíduo e está ligada a tudo que lhe dá prazer, tanto pelo simples ato de olhar quanto de se tocar e que esses atos, inicialmente não estão ligados ao ato da cópula como a grande maioria das pessoas pensa.

É muito difícil falar e escrever sobre esse assunto, pois vivemos numa sociedade onde a sexualidade é vista somente como o ato de procriar e ainda é um tabu para muitas famílias e escolas, principalmente quando nos deparamos com pessoas de maior idade e moralmente educadas para reprimir esse assunto.

domingo, 25 de outubro de 2015

Mecanismos de Defesa

Os mecanismos de defesa são “armas” que nosso inconsciente utiliza para nos manter saudáveis e suportar as pressões e situações do nosso cotidiano.
É normal que todos nós utilizemos variados mecanismos de defesa ao longo de nossa vida, porém, torna-se preocupante quando um determinado indivíduo utiliza sempre o mesmo mecanismo.
Entre os mecanismos de defesa estão: repressão, racionalização, projeção, deslocamento, identificação, regressão, isolamento, formação reativa, negação e transferência.